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terça-feira, 7 de junho de 2011

CBIC lança estudo sobre ações de responsabilidade social na construção


Ações de responsabilidade social no setor da construção

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgou no último dia 17 de maio de 2011, os resultados de um estudo inédito sobre ações de responsabilidade social no setor da construção. Os dados mostram que ainda há espaço para avançar, mas que esse segmento da economia está atento ao tema e já desenvolve ações, previstas na norma de certificação internacional ISO 26000. Entre as mais de 200 empresas ouvidas, 58% delas promovem trabalhos na área, com destaque para aquelas localizadas nas regiões Norte e Nordeste.

Entre essas empresas, 24%desenvolvem ações de forma estratégica, o que implica dizer que atendem a cinco ou a todos os seguintes critérios:

- A empresa inclui as ações sociais em seu planejamento estratégico

- A empresa avalia suas ações sociais

- A empresa divulga suas ações sociais

- A empresa aumentou em2011 seus investimentos em ações sociais, em comparação a 2010

- A empresa tem pelo menos uma pessoa trabalhando 20h na área de Responsabilidade Social

- A empresa contrata consultores em Responsabilidade Social para apoiar/aprimorar suas ações sociais

Também foi constatado que 36% têm ações regulares (atendem a três ou quatro destes critérios) e outras 40% ações pontuais (respondem até a dois critérios). Para Rachel Mello,diretora do Instituto FSB Pesquisa, responsável pelo estudo, a iniciativa da CBIC em promover o diagnóstico é importante e corajosa, especialmente no momento em que o setor da construção assume um papel estratégico na economia brasileira e vem sendo cada vez mais demandado por qualificação profissional de seus trabalhadores. “Os dados mostram a crescente importância e a valorização da responsabilidade social no setor da construção, além do foco estratégico no trabalhador”, avalia Rachel Mello.

O público interno das empresas, uma força de trabalho que historicamente tem origem nos setores mais excluídos da sociedade, vem sendo o público prioritário das ações de Responsabilidade Social na Construção. Nesse sentido, a condição socioeconômica é o principal fator para a tomada de decisão quanto ao desenvolvimento dos projetos de responsabilidade social.

As áreas nas quais as empresas vêm atuando de forma mais significativa são: meio ambiente; saúde; geração de trabalho e renda; e educação. A pesquisa detectou que 13% dos dirigentes entrevistados admitiram promover somente uma modalidade de ação de Responsabilidade Social, enquanto 36% assinalaram sete ou mais áreas.

As ações de saúde predominam entre as respostas das empresas com atuação pontual (53%). As atividades de sustentabilidade e proteção do meio ambiente predominam nas empresas de ações sociais regulares (86%). E a educação é a área de trabalho mais significativa entre as empresas de ação social estratégica (86%).

Perspectivas - Uma boa sinalização para o futuro é a participação dos funcionários na decisão dos rumos que os projetos de responsabilidade social empresarial devem seguir: em seis de cada dez casos, a definição das linhas de atuação depende das demandas dos funcionários. E as perspectivas são promissoras: segundo 55% dos dirigentes entrevistados, as empresas vão investir mais em 2011 em ações sociais do que em 2010.

Para o presidente da CBIC, Paulo Simão, a pesquisa confirma a evolução que o setor vem vivendo nos últimos anos. “As empresas da cadeia produtiva da construção estão hoje profundamente engajadas com a formalização da atividade. Isso passa pelo respeito à legislação trabalhista e – mais do que isso – pela melhoria da qualidade de vida e formação dos nossos trabalhadores”, afirma. Segundo Paulo Simão, o destaque que a pesquisa aponta para os investimentos sociais nas áreas da saúde, do meio ambiente e da educação feitos pelas empresas da Construção é prova de que o setor está pensando no futuro. “Ainda temos muito por avançar. Mas estamos convictos de esse é um excelente começo”, complementa.

Para te acesso a pesquisa completa, clique aqui.

Fonte: Responsabilidade Social da Construção - CBIC.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ISO 26000 é lançada no ES


Vitória - Na última sexta-feira, 29, a Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo – Findes realizou o Seminário “ISO 26000, a norma internacional de responsabilidade social”, em Vitória.

O Seminário, que lançou a norma no ES, foi conduzido por Aron Belinky, especialista do grupo de trabalho internacional, que apresentou a norma, seu processo de elaboração e as principais orientações e sua aplicabilidade para as empresas.

A norma, lançada no Brasil em dezembro de 2010, é a primeira norma internacional de Responsabilidade Social Empresarial. O documento é fruto das atividades de um grupo de trabalho multi-stakeholder formado por mais de 450 especialistas de 99 países e 45 entidades globais, que desde 2005 se dedicaram à sua construção.

A ISO 26000 propõe diretrizes que ajudam as empresas de diferentes portes, origens e localidades a implantar e desenvolver políticas baseadas na sustentabilidade.

O evento atraiu cerca de 100 pessoas, entre empresários, representantes da academia, do poder legislativo local e da sociedade civil.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Publicação aborda a aplicabilidade da ISO 26000 nas empresas


Lançada na semana passada a publicação apresenta as principais práticas, percepções e conclusões de grandes empresas a respeito da responsabilidade social corporativa e da ISO 26000.

Foi lançada na última quinta-feira, 27 de abril, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, a publicação “Contribuições do 1º grupo de trabalho do GVces sobre a ISO 26000: a norma internacional de responsabilidade social”.

A publicação é o resultado do esforço de um grupo de trabalho que reuniu durante o segundo semestre de 2010, 15 empresas para discussão da norma e sua aplicabilidade no dia a dia das empresas. São elas: AES Brasil, AMCE, Anglo American, BM&F BOVESPA, BRASKEM, CNI – SESI, Instituto EDP, Itaú-Unibanco, Guarani, Report Comunicação, Sanofi-Aventis, Santander Brasil, Souza Cruz, Telefônica e Vivo.

O grupo, coordenado por Aron Belinky, especialista do grupo de trabalho internacional, produziu uma série de considerações e recomendações práticas de como integrar as diretrizes propostas pela norma às atividades desenvolvidas pelas empresas brasileiras.

O GT ISO 26000 foi uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade que teve por objetivo propiciar aos participantes o conhecimento da norma, somado à reflexão sobre os potenciais e limitações da sua aplicação, por meio de estudos, debates e da troca de experiências. Uma série de atividades presenciais, focadas na apresentação e debates dos conteúdos da nova norma e na interação entre os participantes, complementadas por atividades remotas, de reflexão/pesquisa sobre os conteúdos e aplicabilidade na empresa, face à realidade profissional de cada participante subsidiaram a metodologia do grupo.

Sobre a ISO 26000

A ISO 26000 foi lançada mundialmente em Genebra no dia 1º de dezembro de 2010, sendo fruto das atividades de um grupo de trabalho multi-stakeholder formado por mais de 450 especialistas de 99 países e 45 entidades globais, que desde 2005 se dedicaram à sua elaboração. A norma se destaca por trazer uma abordagem inédita, traduzindo e integrando, por uma perspectiva tanto gerencial como estratégica, os temas e as práticas centrais da responsabilidade social e da sustentabilidade empresarial e organizacional. (Informações do GVces)

Nova turma

Já estão abertas as inscrições para o 2º GT GVCes ISO 26000. Os encontros acontecem de maio a novembro deste ano. Serão oito encontros presenciais (com duas sessões de quatro horas cada, total de 64 h). As conclusões do GT serão compartilhadas com a sociedade em um seminário final (novembro de 2011) e uma nova publicação será entregue no 1º trimestre 2012.

O grupo é destinado a profissionais que atuam nas áreas de Responsabilidade social, sustentabilidade, relações institucionais, marketing, planejamento, administração, recursos humanos, meio ambiente, entre outras.

O objetivo do grupo é propiciar: conhecimento sobre a ISO 26000; reflexão sobre potenciais e limitações e aplicabilidade prática; discussão e troca de experiências, além de produzir conhecimento atualizado sobre responsabilidade social e sustentabilidade, e compartilhá-lo com a sociedade em geral.

Mais informações sobre este novo grupo podem ser obtidas pelo telefone (11) 3154-0741/0742 ou por e-mail: raquel.costa@fgv.br.

Para ter acesso a publicação, clique aqui.

Confira também a apresentação feita durante o lançamento da publicação. Clique aqui.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Seminário divulga a norma internacional ISO 26000

Publicada em 27/04/2011 pela CNI.

O combate à discriminação e à corrupção são desafios para a implantação da ISO 26000, a norma internacional de responsabilidade social, nas empresas brasileiras. A afirmação é do presidente mundial da ISO 26000, Jorge Cajazeira, que esteve no seminário de divulgação da norma, realizado nesta terça-feira, 19 de abril, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

Segundo Cajazeira, as empresas brasileiras associam, na maioria das vezes, responsabilidade social à filantropia, mas não é só isso. Ele destaca que várias grandes empresas que faliram tanto no Brasil quanto no mundo estavam envolvidas em esquemas de corrupção. “A questão de envolvimento com fraudes, de má governança organizacional e até erros nas atitudes socioambientais são os fatores que mais levam empresas à falência e não apenas questões eminentemente financeiras”, destacou.

O gerente-executivo de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Associativo da CNI, Emerson Casali, disse que a norma ISO 26000 veio para esclarecer o tema para as organizações e associar a responsabilidade social a ações éticas. “As empresas passam a mudar a ideia de apenas financiar ações beneficentes, mas de ter uma atitude correta com todas as partes envolvidas. Essa mudança de pensamento é fundamental para a construção de um país mais sustentável”, afirmou.

Para o gerente-executivo da Unidade de Responsabilidade Social do Serviço Social da Indústria (SESI), Alex Mansur, o tema deve ser visto como forma de melhorar os negócios. “As preocupações com a responsabilidade social torna a gestão das empresas mais ágil e transparente”, disse.

Cerca de cem pessoas participaram do seminário de divulgação da ISO 26000. O evento é uma parceria da CNI com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e com as empresas Suzano, do setor de papel e celulose, e da Petrobras. Outros encontros para apresentar a norma a empresários foram realizados desde o ano passado em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás. Neste ano, serão realizados outros eventos em capitais do país.

Mais informações sobre a norma podem ser obtidas nos seguintes links:

www.iso.org/sr
| Informativo do Grupo de Trabalho Internacional
www.abnt.org.br | ABNT, informações e acesso ao “comitê espelho” brasileiro
www.uniethos.org.br/gtethosiso26000 | Instituto Ethos, com informações sobre atividades de implementação e acesso aos registros do grupo de trabalho de empresas que acompanhou a construção da norma.
www.gao.org.br | GAO – Grupo de Articulação da ONGs Brasileiras na ISO 26000, com informações sobre as atividades e acesso ao grupo de entidades envolvidas na construção da norma e sua implementação.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Seminário divulga a norma de responsabilidade social em Brasília


Publicada em 20/04/2011 pelo Blog de Relações do Trabalho. Por: Catharina Castro.

Brasília - Empresários, representantes do poder judiciário e da sociedade civil tiveram a oportunidade de conhecer mais detalhadamente a norma internacional de responsabilidade social, a ISO 26000. Em Seminário realizado ontem na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente mundial da ISO 26000, Jorge Cajazeira, e diversos especialistas no tema apresentaram a Norma, seu processo de construção e as principais orientações e direcionamentos para a indústria brasileira.

Lançada no Brasil em dezembro de 2010, a ISO 26000 é a primeira norma internacional de Responsabilidade Social Empresarial. O documento, que começou a ser desenvolvido em 2005, propõe diretrizes que ajudam as empresas de diferentes portes, origens e localidades a implantar e desenvolver políticas baseadas na sustentabilidade.

Para o gerente-executivo de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Associativo da CNI, Emerson Casali, a norma foi lançada em um momento oportuno e desfaz muitas confusões em torno do conceito de responsabilidade social. "A norma esclarece que o conceito de responsabilidade social baseia-se em relações éticas com os diversos públicos da empresa e afasta a ideia de responsabilidade social como ação social”, destaca Casali.

O Seminário de Divulgação da ISO 26000 – A norma internacional de responsabilidade social foi realizado pela CNI em parceira com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e com as empresas Suzano Papel e Celulose e Petrobras. O evento atraiu cerca de 150 pessoas interessadas no tema.

Ainda este ano, estão programados outros eventos de divulgação em diversas capitais do país.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Oportunidade na área de Responsabilidade Social


ANALISTA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÊNIOR

Descrição das atividades

Prestar suporte na gestão de códigos de conduta/ ética, garantindo a manutenção de valores e princípios de sustentabilidade junto a clientes internos e externos.

Zelar pela organização de informações confidenciais.

Identificar riscos e oportunidades, e colaborar para a implementação de estratégias de Sustentabilidade.

Perfil desejado

Experiência anterior em Responsabilidade Social e Sustentabilidade.

Superior completo nas diversas áreas afins, com Pós- graduação.

Inglês intermediário.

Disponibilidade para residir no Sul do Brasil.

Interessados devem encaminhar currículo com pretensão salarial para: tatiane.mesquita@businesspartners.com.br

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

FAS lança Programa de Sistemas Agroflorestais do Bolsa Floresta na RDS do Rio Negro


A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) lançou o Programa de Sistemas Agroflorestais do Bolsa Floresta, durante evento na comunidade Santa Helena do Inglês, no município de Iranduba (AM), com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos moradores de unidades de conservação do Estado do Amazonas por meio da implantação de sistemas agroflorestais nas comunidades ribeirinhas, aliado à conservação ambiental.

O programa, lançado no último dia 23, está dividido em diferentes etapas, tais como a implantação de viveiros agroflorestais; a capacitação de comunitários em produção de mudas de espécies arbóreas, frutíferas e agrícolas; envolvimento dos alunos dos Núcleos em práticas agroflorestais; quantificação do sequestro de carbono nos Sistemas Agroflorestais implantados. O programa conta com o apoio do Governo do Estado.

No lançamento do Programa de Sistemas Agroflorestais Bolsa Floresta, o superintendente da Fundação Amazonas Sustentável, Virgílio Viana, lançou também o “Projeto Pró-Banana”, que tem o objetivo de promover a segurança alimentar dos comunitários da RDS do Rio Negro e da RDS Uatumã, inicialmente, e demais unidades de conservação do Bolsa Floresta. “O programa faz parte de uma estratégia da Fundação de redução da pobreza, possibilitando também a comercialização do excedente, gerando renda às comunidades ribeirinhas”, afirma Viana.

Estavam presentes à cerimônia ambientalistas, empresários e representantes de universidades que estavam participando da “Viagem de Estudos à RDS Rio Negro”, organizada pela FAS. Na ocasião, eles puderam participar de plantio simbólico de mudas de banana no Núcleo de Conservação e Sustentabilidade Agnelo Bittencourt, na comunidade do Tumbira, e também na comunidade Santa Helena do Inglês.

A equipe técnica da FAS iniciou a distribuição de 5 mil mudas de banana, sendo que cada família receberá 20 mudas e os insumos necessários para o plantio. Ao todo, 19 comunidades ribeirinhas do Rio Negro serão contempladas e um total de mais de 250 famílias serão beneficiadas.

Sobre a FAS

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma instituição público-privada, sem fins lucrativos, não governamental e sem vínculos político-partidários, fundada no dia 20 de dezembro de 2007, por meio de uma parceria entre o Governo do Estado do Amazonas e o Banco Bradesco. A missão da FAS é promover o envolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das comunidades residentes nas Unidades de Conservação do Estado do Amazonas, em uma área de mais de 10 milhões de hectares, por meio da valorização dos serviços e produtos ambientais. A FAS tem como prioridade implementar o Programa Bolsa Floresta (PBF), que é o primeiro projeto do Brasil certificado internacionalmente para recompensar as populações tradicionais pela manutenção dos serviços ambientais prestados pelas florestas. Para mais informações, visite nosso website: www.fas-amazonas.org.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Seminário apresenta avanços do setor empresarial brasileiro no debate sobre a nova norma de responsabilidade social


A implementação da norma internacional de responsabilidade social oferece desafios e grandes oportunidades que já são vislumbradas pelas empresas no Brasil

Paralelamente ao lançamento da Norma ABNT NBR ISO 26000 no Brasil no dia 8 de dezembro, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) realizará, no dia 15 de dezembro, o Seminário: “Oportunidades e Desafios na Aplicação da Norma ISO 26000 nas Organizações”, que apresentará as conclusões do grupo de trabalho que reuniu durante o segundo semestre de 2010, 15 empresas para discussão da norma e sua aplicabilidade. São elas: Guarani, AES Brasil, AMCE, Anglo American, BM&F BOVESPA, BRASKEM, Instituto EDP, Itaú-Unibanco, Report Comunicação, Sanofi-Aventis, Santander Brasil, SESI/CNI, Souza Cruz, Telefônica e Vivo.

O seminário será mediado pelo coordenador do grupo de trabalho, Aron Belinky*, e por representantes das empresas participantes.

”O trabalho realizado no GT colocou em evidência o caráter inovador da ISO 26000 e sua utilidade para as empresas, especialmente como referência para o alinhamento e atualização de suas políticas de responsabilidade social ou sustentabilidade. Realmente é um documento que traz o estado da arte na gestão sobre esses temas e o primeiro a reunir articuladamente todos os seus múltiplos aspectos”, diz Aron. “Ao mesmo tempo, identificamos também alguns desafios para sua implementação, e possíveis caminhos para superá-los”, completa ele.

O GT ISO 26000 foi uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade que teve por objetivo propiciar aos participantes o conhecimento da norma, somado à reflexão sobre os potenciais e limitações da sua aplicação, por meio de estudos, debates e da troca de experiências. Uma série de atividades presenciais, focadas na apresentação e debates dos conteúdos da nova norma e na interação entre os participantes, complementadas por atividades remotas, de reflexão/pesquisa sobre os conteúdos e aplicabilidade na empresa, face à realidade profissional de cada participante subsidiaram a metodologia do grupo.

Roberta Simonetti, coordenadora do Programa de Sustentabilidade Empresarial do GVces, comenta que “o engajamento das empresas no GT e o elevado nível das discussões e reflexões, onde foram trazidos dilemas e casos práticos, destaca a preocupação deste grupo de vanguarda em cumprir uma agenda estratégica voltada às principais questões da responsabilidade social e da internalização da sustentabilidade em suas organizações”.

Além do seminário, o grupo está preparando uma publicação (a ser lançada no primeiro trimestre de 2011) que apresentará as principais práticas, percepções e conclusões referentes à responsabilidade social corporativa e à ISO 26000.

Sobre a ISO 26000

A ISO 26000 foi lançada mundialmente em Genebra no dia 1º de dezembro de 2010, sendo fruto das atividades de um grupo de trabalho multi-stakeholder formado por mais de 450 especialistas de 99 países e 45 entidades globais, que desde 2005 se dedicaram à sua elaboração. A norma se destaca por trazer uma abordagem inédita, traduzindo e integrando, por uma perspectiva tanto gerencial como estratégica, os temas e as práticas centrais da responsabilidade social e da sustentabilidade empresarial e organizacional.

* Parceiro do GVces, é secretário executivo do GAO - Grupo de Articulação das ONGs Brasileiras na ISO 26000 e membro destacado do grupo de trabalho internacional que elaborou essa norma e acompanha sua implementação em todo o mundo.

Serviço:

Seminário: Oportunidades e Desafios na Aplicação da Norma ISO 26000 nas Organizações
Data: Dia 15 de Dezembro de 2010 das 14h00 às 17h00
Local: Auditório da FGV - Av. Nove de Julho 2.029 - Bela Vista - São Paulo

Fonte: Assessoria de Empresa - FGV.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

ISO 26000 é lançada no Brasil


A norma ABNT NBR ISO 26000:2010 - Diretrizes sobre responsabilidade social foi lançada ontem em um evento que reuniu cerca de 300 pessoas na sede da FIESP, em São Paulo.

O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), representante oficial da norma no Brasil, em parceria com a Petrobrás, Suzano Papel e Celulose e CNI-SESI.

O lançamento contou com a presença de autoridades e representantes de empresas, associações e organizações não governamentais que esperam que a norma seja um poderoso instrumento para desenvolver e aperfeiçoar as práticas de responsabilidade social no Brasil.

Para o brasileiro Jorge Cajazeira, presidente mundial da ISO 26000, o lançamento serviu para coroar o esforço de 450 especialistas de todo o mundo que passaram os últimos cinco anos dedicados à construção da norma. Cajazeira também fez questão de destacar o envolvimento e dedicação da delegação brasileira na elaboração do documento.

A norma fornece orientações para todos os tipos de organizações, independentemente do porte ou localização, sobre conceitos, termos, definições e todas as questões referentes à responsabilidade social e desenvolvimento sustentável e sua implementação nas organizações. A norma é direcionadora e não certificável. Sua aplicação nas empresas será voluntária.

Mais informações sobre a norma podem ser obtidas nos seguintes links:

www.iso.org/sr | Informativo do Grupo de Trabalho Internacional
www.abnt.org.br | ABNT, informações e acesso ao “comitê espelho” brasileiro
www.uniethos.org.br/gtethosiso26000 | Instituto Ethos, com informações sobre atividades de implementação e acesso aos registros do grupo de trabalho de empresas que acompanhou a construção da norma.
www.gao.org.br | GAO – Grupo de Articulação da ONGs Brasileiras na ISO 26000, com informações sobre as atividades e acesso ao grupo de entidades envolvidas na construção da norma e sua implementação.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil


Caro internauta,

Até o próximo dia 29 de outubro, você ainda pode participar da etapa virtual do III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil. Por meio de ferramentas online – como fóruns, chats e vídeos – quase 5,5 mil participantes de todo o mundo já estão trocando informações e discutindo diversos temas relacionados ao trabalho infantil e como as novas tecnologias podem ajudar a combater a prática. Para fazer parte dessa experiência, basta se inscrever!

Você ainda poderá participar das próximas atividades, incluindo chats e mesa-redonda ao vivo, sempre às 13h (horário de Brasília), além de consultar aquelas já realizadas. Muitas das discussões já iniciadas continuam abertas em fóruns de debate – é só ler os materiais e publicar sua contribuição.

Diversos especialistas mundiais já enviaram suas contribuições ou participaram dos debates ao vivo: Paulo Sérgio Pinheiro (Brasil), Veet Vivarta (Brasil), Guillermo Dema (Peru), Virgínia Murilo (Costa Rica), Rodrigo Villar (Colômbia) e José Enrique Fernández (Uruguai), entre outros. Não perca a oportunidade de trocar idéias com eles! Inscreva-se em:
http://pt.encontrotrabalhoinfantil.fundacaotelefonica.com/hotsite/registration


Encontro

Esse evento é uma iniciativa da Fundação Telefônica com apoio da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e do PREAL (Programa de Promoção da Reforma Educativa da América Latina e Caribe). O desenvolvimento da ferramenta online é do Ceats/FIA (Centro de Empreendedorismo e Administração em Terceiro Setor da Fundação Instituto de Administração). Para mais informações, acesse: http://pt.encontrotrabalhoinfantil.fundacaotelefonica.com

A etapa virtual do III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil precede a realização do evento presencial, que será realizado dias 03 e 04 de novembro, na Colômbia. Mais informações em: http://www.fundacion.telefonica.com/pronino/encuentrotrabajoinfantil

terça-feira, 5 de outubro de 2010

6º Concurso Causos do ECA


PARTICIPE DA VOTAÇÃO ONLINE E AJUDE A ESCOLHER O VENCEDOR!

Você pode ajudar a decidir um dos vencedores do Causos do ECA, concurso realizado anualmente pelo Portal Pró-Menino com o objetivo divulgar histórias reais de vidas transformadas pela correta utilização do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Os causos finalistas da sexta edição já foram selecionados e estão disponíveis para leitura no Portal. Escolha o que mais gosta e vote ! A história eleita pela votação online recebe um prêmio de R$ 10 mil*!

Além disso, você pode convidar seus amigos para votar – via email, Facebook ou Twitter – e ajudar a história que você escolheu a ganhar o prêmio. Mas não demore! A votação online vai só até 29 de outubro, às 17h.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Inscrições gratuitas para a 4ª Edição da Mostra FIESP/ CIESP de Responsabilidade


Na próxima semana, nos dias 24, 25 e 26 de agosto, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo realizará a 4ª edição da Mostra FIESP/ CIESP de Responsabilidade Socioambiental.

Este ano, a Mostra enfatiza a questão do desenvolvimento social, com um tema principal que preocupa as empresas, a sociedade, o Brasil e o mundo: "Desastres climáticos, epidemias, pandemias, drogas e envelhecimento – Ação coordenada para a sustentabilidade global."

A Mostra tem o objetivo de ser uma plataforma de divulgação das práticas de responsabilidade socioambiental realizadas pelos mais diversos setores da sociedade.

Assim como nas edições anteriores, o evento pretende reunir empresários, governos e a sociedade civil, comprometidos com a criação de novos modelos de gestão, que contribuam para construção de uma sociedade mais inclusiva e pelo desenvolvimento sustentável, aliando o crescimento econômico à responsabilidade social.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do evento onde podem ser obtidas mais informações sobre o evento.

Serviço

O quê: III Mostra FIESP/ CIESP de Responsabilidade Socioambiental
Quando: de 24 a 26 de agosto
Onde: Edifício sede da FIESP
Endereço: Avenida Paulista, 1313 (próximo a estação de Metrô Trianon-Masp)
Inscrições gratuitas!
Mais informações: http://www.fiesp.com.br/socioambiental/

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Inscreva seu trabalho e participe do III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil



De 1º de setembro a 31 de outubro de 2010, acontecerá a etapa virtual do III Congresso Internacional contra o Trabalho Infantil. Por meio de ferramentas online – como fóruns, chats e vídeos – participantes de todo o mundo poderão trocar experiências e discutir temas relacionados ao trabalho infantil.

O evento contará com a participação de especialistas de toda a América Latina. Entre os nomes já confirmados estão Antônio Carlos Gomes da Costa (Brasil), Maria Helena Van Yurick (Chile), Virgínia Murilo (Costa Rica), Isaac Ruiz (Peru) e José Henrique Fernandez (Uruguai), entre outros.

O evento é uma iniciativa da Fundação Telefônica com apoio da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e do PREAL (Programa de Promoção da Reforma Educativa da América Latina e Caribe). O desenvolvimento da ferramenta online é do Ceats/FIA (Centro de Empreendedorismo e Administração em Terceiro Setor da Fundação Instituto de Administração).

Convidamos você para se inscrever como Participante do evento ou como Proponente de Trabalhos.

Como Proponente, você pode enviar trabalhos – sejam pesquisas acadêmicas, práticas ou experiências de intervenção sobre a temática do trabalho infantil. Os trabalhos não precisam ser originais, podendo ter sido apresentados em outras oportunidades. Além disso, a inscrição é bastante simples. Confira um modelo de trabalho.

Os participantes receberão uma declaração de participação no evento.

O prazo para envio dos trabalhos é até 15 de agosto. Inscreva-se!

Para mais informações acesse o site do Encontro: pt.encontrotrabalhoinfantil.fundacaotelefonica.com

Qualquer dúvida, entre em contato pelo email: contatoencuentro@fia.com.br

Atenciosamente,

Comitê Organizador do Evento

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Projeto seleciona mulheres para trabalhar na construção civil

Foto: Projeto Mão na Massa - RJ

O Projeto já formou 210 mulheres e tem aumentado em até 60% a renda das participantes

O Projeto Mão na Massa abre 100 vagas para o curso gratuito que capacita mulheres para trabalhar na construção civil. As inscrições serão realizadas nos dias 10 e 11 de agosto, entre 8h e 12h, na rua Ana Néri, 1.422, Rocha, Rio de Janeiro. O curso é aberto para mulheres, com idade entre 18 a 45 anos, e que tenham feito no mínimo a 5ª série do Ensino Fundamental. As interessadas devem levar carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência (originais e cópias) para fazer a inscrição.

Essa é a quinta edição do Projeto Mão na Massa. Depois de formadas, as mulheres poderão trabalhar em canteiros de obras na função de meio-oficial, cargo acima do de servente. Antes disso, as alunas selecionadas vão cursar 460 horas de aulas, entre práticas e teóricas – ministradas na sede do projeto no Rocha e no Senai de Vicente de carvalho. Para dar ainda mais segurança às alunas, o projeto oferece uma etapa prática – supervisionada por uma engenheira, um arquiteto e uma técnica de edificações – que será realizada em uma obra social do município.

Durante o curso, todas as participantes recebem vestuário profissional, Equipamento de Proteção Individual (EPI). No período das aulas, são oferecidos lanche e vale-transporte. A etapa prática é coberta com uma bolsa-auxílio durante dois meses. E. ao final do curso, as alunas recebem um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego. Informações: 31475100. E-mail: coordenacao@projetomaonamassa.org.br.

Como surgiu o projeto

O projeto Mão na Massa – Mulheres na construção civil foi criado a partir de uma pesquisa realizada, em 2007, com 216 mulheres familiares de crianças atendidas diariamente no Abrigo Maria Imaculada, situado no bairro do Rocha, no Rio de Janeiro. A maioria delas é moradora da Comunidade Dois de Maio, que faz parte do complexo de Favelas do Jacarezinho. Metade das entrevistadas mostrou interesse em aprender técnicas básicas de construção civil, pois muitas eram responsáveis pelas obras e reparos de suas residências.

Desde 2008, o projeto formou 210 mulheres sendo que 70% ingressaram no mercado formal ou prestam serviços autônomos, como encanadoras, pedreiras, pintoras e carpinteiras de formas. De acordo com avaliação realizada com 94 alunas certificadas em 2008, apenas uma tinha emprego formal (1%) e outras cinco informal (5%). A grande maioria (94%) não possuía colocação no mercado de trabalho. Com a capacitação, o índice de empregabilidade pulou para 66%. O impacto positivo na renda pode ser medido pelo aumento de 14 vezes no salário médio das operárias inseridas no mercado de trabalho. A renda média mensal familiar das operárias era de R$ 44,48 passando para R$ 630,88 após

Serviço:

Projeto Mão na Massa – mulheres na construção civil
Inscrições: 10 e 11 de agosto, entre 8h e 12h
Documentos: carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência, originais e cópias.
Local: Sede do projeto (Rua Ana Néri, nº 1422, Rocha, RJ - (21) 3147-5100
Ref: próximo ao Clube Garnier
Metrô: Estação de Triagem
Estação de Trem: São Francisco Xavier ou Triagem
Mais informações no site http://www.projetomaonamassa.com.br/

Release enviado pela Assessoria de Imprensa do Projeto.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Responsabilidade social a juros baixos


Publicada em 20/06/2010 pelo O Globo. Autora: Luciana Casemiro.

"Acordo entre BNDES e Inmetro prevê crédito subsidiado. Fórum do governo quer induzir boas práticas socioambientais

Um acordo de cooperação técnica firmado, na última sexta-feira, entre Inmetro e BNDES pode transformar a adoção de práticas empresariais social e ambientalmente responsáveis em juros de financiamento mais baixos ou facilidades para obtenção do crédito.

Induzir a boas práticas, um dos objetivos do acordo, também é a motivação do Fórum Governamental de Responsabilidade Social, que será instalado quarta-feira, em Brasília. Reunindo diversos segmentos do governo, o fórum pretende pensar políticas públicas que promovam a responsabilidade socioambiental nas empresas.

O acordo entre Inmetro e BNDES prevê parceria em várias áreas - como etanol e produção de alimentos -, mas o tema mais avançado até agora é a criação de critérios para avaliar a sustentabilidade de processos produtivos. Ou seja, práticas que levam em consideração os impactos econômico, social e ambiental, antecipa Gustavo Kuster, chefe da Divisão de Programas de Avaliação de Conformidade do Inmetro: - Até julho, devemos pôr os critérios em consulta pública. Posteriormente, pensamos em elaborar anexos com critérios setoriais, que permitam a avaliação mais precisa do impacto provocado pelas empresas.

Idec: é preciso buscar resultados concretos para o consumidor Já o fórum, capitaneado pelo Inmetro, é formado por representantes de diversas instâncias do governo - desde o Banco Central, passando por Dataprev, Anatel, Câmara dos Deputados até ministérios como do Meio Ambiente e do Planejamento. Alfredo Lobo, diretor de Qualidade do Inmetro, explica que o governo quer exercer um papel de liderança no tema: - Com políticas públicas, sejam regulamentos, instruções normativas ou campanhas, queremos ampliar o movimento de responsabilidade socioambiental no Brasil.

O Inmetro está discutindo novos critérios para a certificação como a de gestão socialmente responsável, que tem hoje 21 empresas certificadas e dez em processo de certificação. O objetivo principal da revisão, criada em 2004, a NBR 16001, é avançar na avaliação da responsabilidade social, ambiental e econômica das empresas.

- Fomos pioneiros no mundo nesse tipo de certificação e o que buscamos agora é dar mais clareza aos critérios de avaliação, de forma a obter dados mais concretos, mais exatos. Queremos reduzir a subjetividade da avaliação.

Além disso, vamos começar a estudar o alinhamento a ISO 26000, norma de responsabilidade social internacional, da qual o Brasil, com sua experiência, teve grande participação na elaboração - afirma Lobo.
Coordenadora-executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Lisa Gunn, vê como positiva todas as iniciativas, mas se preocupa com a efetividade dessas ações: - A NBR 16001 ajuda a empresa a internalizar a responsabilidade social.

Mas não é uma avaliação de desempenho.

Ter uma gestão responsável não quer dizer que a empresa é socialmente responsável. São coisas diferentes.

A parceria entre Inmetro e BNDES também é um passo importante como indutor. Mas o nosso grande desafio é fazer uma revolução na forma de produzir e consumir. A pergunta que fica é: qual será o resultado em termos concretos para o consumidor? Especialista em desenvolvimento sustentável, Cláudio Boechat, professor da Fundação Dom Cabral, diz que no Brasil ainda estamos na fase de entender a associação entre os negócios e seus impactos socioambientais: - Estamos começando a sair do greenwashing (termo que designa a sustentabilidade de fachada) fácil e irresponsável. No entanto, pesquisas mostram que ainda é muito incipiente, no Brasil, empresas mexerem de fato em seus negócios para enfrentar o desafio da sustentabilidade.
E para ser sustentável é preciso mudar a forma do fazer, ter uma visão mais estadista de futuro.

Completando cinco anos em 2010, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa - uma carteira de investimento com empresas avaliadas como, além de rentáveis, sustentáveis - também está sendo revisado.

Foi ampliado o número de empresas elegíveis a participar da carteira, que subiu de 150 para 200 ações mais negociadas da Bolsa. Foi criada ainda uma correlação entre o ISE e o Global Reporting Initiative (GRI), metodologia internacional para relatórios de responsabilidade social.

- Estamos sempre aperfeiçoando o índice. Este ano, incluímos às seis dimensões avaliadas no questionário (geral, natureza do produto, econômicofinanceira, social, ambiental e governança corporativa) mudanças climáticas - conta Sônia Savaretto, diretora de Sustentabilidade da Bolsa, lembrando que o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas é responsável pela metodologia de avaliação.

- A longo prazo, empresas sustentáveis têm chance de ser mais rentáveis - destaca Rogério Marques, coordenador de preços da Bolsa, ressaltando que ainda estamos no início da série.

A própria Bolsa está respondendo este ano ao questionário, informa Sônia.

Ela chama atenção para o fato de que a representação setorial na carteira sinaliza uma movimentação do mercado rumo a sustentabilidade: - Na última composição, houve um crescimento da participação de seguradoras e construtoras. Isso reflete, por exemplo, como catástrofes como o Katrina fizeram as seguradoras repensar seus processos, e o crescimento da tendência dos green buildings (prédios verdes) na construção civil.

Ibase acaba com selo e repensa modelo de controle social Precursor na discussão sobre a declaração da responsabilidade social das empresas, há mais de uma década, o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) acabou com o selo Balanço Social. É que verificou uso indevido por empresas, por exemplo, que adotavam o trabalho escravo.

Agora, conta Cândido Grzybowski, diretorgeral do Ibase, a ONG estuda novas formas de controle social: - Chegou um tempo em que era mais marketing do que exercício de responsabilidade social. Avançamos no diálogo, o Balanço Social teve papel importante. Agora precisamos trabalhar em formas de controle preventivo das atividades e seus impactos.

A crítica do cientista político e professor da PUC-Rio Ciro Torres é que as normas são feitas para abarcar de empresas petrolífera a pequenas indústrias e, por isso, não teriam o escopo necessário para promover a transformação dos negócios: - A responsabilidade socioambiental tem que estar no core business (centro dos negócios). É claro a NBR é um avanço, mas precisamos de ferramentas que possam medir o ímpeto de transformação da empresa interna e externamente.

Para Marina Grossi, presidenteexecutiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que há dez anos trabalha com o tema, houve uma melhora significativa nesta última década: - No início era mais propaganda.

Mas hoje os relatórios precisam ter credibilidade para os tomadores de decisão, quem investe e consome. É preciso que falhas da empresa e propostas para corrigi-las estejam no documento, para que seja crível.

Para Tomás Carmona, gerente de Desenvolvimento Sustentável da Serasa Experian, primeira empresa certificada em gestão de responsabilidade social pelo Inmetro, a certificação ajudou a solidificar conceitos: - Hoje fazemos parte de um grupo multinacional e já servimos de referência para outras empresas."

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Seminário sobre o Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social


O Inmetro promove hoje, em São Paulo, o Seminário sobre o Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social. No próximo dia 30 de junho, o mesmo evento acontece em Recife, com a participação de representantes dos organismos acreditados de certificação, instituições públicas e privadas, para qual agradecemos a sua prestigiosa participação.

A gestão da Responsabilidade Social consiste na relação ética da organização com suas partes interessadas (público internos, fornecedores, clientes, clientes, comunidade de entorno, entre outros), visando o desenvolvimento sustentável.

Este programa é um poderoso instrumento para a contribuição efetiva da gestão da responsabilidade social que visa maximizar impactos positivos das ações das organizações sobre os grupos sociais, o meio ambiente e sistemas econômicos, como funcionários, fornecedores, comunidade, governos, entidades da sociedade civil, prestadores de serviços, consumidores, acionistas, investidores nacionais e internacionais.

Serviço
O quê: Seminário sobre o Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social.
Onde: São Paulo - SP
Data: Dia 17 de junho de 2010
Local: Hotel Braston São Paulo
Endereço: Rua Martins Fontes, 330

Onde: Recife – PE
Data: Dia 30 de junho de 2010
Local: Mar Hotel Recife - Pernambuco – Brasil
Endereço: Rua Barão de Souza Leão, 451 - Boa Viagem.
Tel.: +55 81 33024446

Mais informações e inscrições no site do Inmetro.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Torcida sutentável


É tempo de Copa do Mundo e o verde e amarelo (azul e branco) toma conta das ruas de todo Brasil. Como é gratificante ver o "orgulho de ser brasileiro" (mesmo que seja só em tempo de Copa.)

Hoje é o dia do primeiro jogo do BRASIL! Por isso, o Cola Social resolveu dar algumas dicas para tornar nossa torcida mais sustentável!!!

1. Produza menos lixo! Dê preferência aos copos de vidro e se for utilizar copos plásticos, procure não desperdiçar. Prefira também as garrafas retornáveis.

2. Reúna os amigos! Além de ser mais divertido assistir ao jogo com amigos, a torcida unida ajuda a evitar o desperdício de energia.

3. Reutilize sua camisa! Você deve ter camisas, adereços e objetos nas cores do Brasil usados na Copa passada. Seja consciente e evite o consumo desnecessário.

4. Cuidado com os excessos! Em tempos de Copa do Mundo é comum ver a galera "enfiando o pé na jaca". Lembre-se que além de você existem outras pessoas na rua. Respeite os limites do próximo e seja um bom torcedor... afinal você quer ver o Brasil ganhar a Copa, não é mesmo? Se for beber, não dirija.

Vamos lá seleção!!! BRASIL!!!!

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Até a copa do mundo ficou mais verde

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Férias Sustentáveis

Queridos leitores,

estou de férias até o dia 14 de junho... durante este tempo as postagens ficaram um pouco atrasadas ou escassas... prometo trazer novidades pra vocês em breve!!

Beijos a todos!
Catharina

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Carrefour apóia projetos de consumo e produção sustentável

Publicado em 10/05/2010 pelo GIFE.

Líder no varejo de alimentos nacional e em parceria com a Fundação Internacional Carrefour, o Grupo Carrefour Brasil vai apoiar projetos voltados à melhoria das condições de alimentação no País, com foco em educação para o consumo e produção sustentável. Ao todo, a rede vai selecionar quatro projetos sociais nas regiões onde atua que receberão recursos de até 60 mil euros cada, para serem aplicados durante um ano.

As Instituições participantes devem ter no mínimo dois anos de constituição legal, não ter fins lucrativos, promover elevação de patamar social, ter compromisso com as comunidades envolvidas, serem inovadoras e demonstrarem viabilidade de crescimento em larga escala no médio e longo prazo. As inscrições podem ser realizadas até 29 de junho, pelo site www.grupocarrefour.com.br, no menu Sustentabilidade/Edital.

Fonte: GIFE

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Vem aí mais uma edição da Conferência Internacional Ethos


Estão abertas as inscrições para a Conferência Internacional Ethos 2010, cujo tema será “O Mundo sob Nova Direção. Sustentabilidade: um Novo Contrato da Sociedade com o Planeta”. Inscreva-se agora e aproveite os preços promocionais.

O evento será realizado entre os dias 11 e 14 de maio de 2010, no Hotel Transamérica, em São Paulo, reunindo alguns dos principais especialistas em sustentabilidade do Brasil e do mundo, para palestras e debates conduzidos de forma inovadora e mais participativa.

Esta 12ª. edição da Conferência Internacional Ethos pretende proporcionar aos participantes uma experiência diferente das que ocorreram nas edições anteriores, com formatos mais inclusivos e uma programação que possa trazer novas formas de trabalhar os temas propostos. Outra novidade será a dinâmica oferecida nos períodos de intervalo, para que o participante possa se relacionar de forma mais produtiva com os outros inscritos.

Um dos maiores eventos sobre responsabilidade social empresarial em todo o mundo, a Conferência Internacional Ethos 2010 é promovida pelo Instituto Ethos e realizada pelo UniEthos, em parceria com o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, o Movimento Nossa São Paulo, o Pacto Global das Nações Unidas e as organizações internacionais AccountAbility, Business for Social Responsability (BSR), Fórum Empresa, Global Reporting Initiative (GRI), SustainAlility e Volans.

SERVIÇO
O quê: Conferência Internacional Ethos 2010;
Quando: De 11 a 14 de maio de 2010;
Local: Hotel Transamérica;
Endereço: Av. das Nações Unidas, 18591 – São Paulo, SP;
Inscrições e informações: Para inscrever-se ou obter saber mais informações, acesse o site Conferência Internacional Ethos 2010.