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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Projeto seleciona mulheres para trabalhar na construção civil

Foto: Projeto Mão na Massa - RJ

O Projeto já formou 210 mulheres e tem aumentado em até 60% a renda das participantes

O Projeto Mão na Massa abre 100 vagas para o curso gratuito que capacita mulheres para trabalhar na construção civil. As inscrições serão realizadas nos dias 10 e 11 de agosto, entre 8h e 12h, na rua Ana Néri, 1.422, Rocha, Rio de Janeiro. O curso é aberto para mulheres, com idade entre 18 a 45 anos, e que tenham feito no mínimo a 5ª série do Ensino Fundamental. As interessadas devem levar carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência (originais e cópias) para fazer a inscrição.

Essa é a quinta edição do Projeto Mão na Massa. Depois de formadas, as mulheres poderão trabalhar em canteiros de obras na função de meio-oficial, cargo acima do de servente. Antes disso, as alunas selecionadas vão cursar 460 horas de aulas, entre práticas e teóricas – ministradas na sede do projeto no Rocha e no Senai de Vicente de carvalho. Para dar ainda mais segurança às alunas, o projeto oferece uma etapa prática – supervisionada por uma engenheira, um arquiteto e uma técnica de edificações – que será realizada em uma obra social do município.

Durante o curso, todas as participantes recebem vestuário profissional, Equipamento de Proteção Individual (EPI). No período das aulas, são oferecidos lanche e vale-transporte. A etapa prática é coberta com uma bolsa-auxílio durante dois meses. E. ao final do curso, as alunas recebem um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego. Informações: 31475100. E-mail: coordenacao@projetomaonamassa.org.br.

Como surgiu o projeto

O projeto Mão na Massa – Mulheres na construção civil foi criado a partir de uma pesquisa realizada, em 2007, com 216 mulheres familiares de crianças atendidas diariamente no Abrigo Maria Imaculada, situado no bairro do Rocha, no Rio de Janeiro. A maioria delas é moradora da Comunidade Dois de Maio, que faz parte do complexo de Favelas do Jacarezinho. Metade das entrevistadas mostrou interesse em aprender técnicas básicas de construção civil, pois muitas eram responsáveis pelas obras e reparos de suas residências.

Desde 2008, o projeto formou 210 mulheres sendo que 70% ingressaram no mercado formal ou prestam serviços autônomos, como encanadoras, pedreiras, pintoras e carpinteiras de formas. De acordo com avaliação realizada com 94 alunas certificadas em 2008, apenas uma tinha emprego formal (1%) e outras cinco informal (5%). A grande maioria (94%) não possuía colocação no mercado de trabalho. Com a capacitação, o índice de empregabilidade pulou para 66%. O impacto positivo na renda pode ser medido pelo aumento de 14 vezes no salário médio das operárias inseridas no mercado de trabalho. A renda média mensal familiar das operárias era de R$ 44,48 passando para R$ 630,88 após

Serviço:

Projeto Mão na Massa – mulheres na construção civil
Inscrições: 10 e 11 de agosto, entre 8h e 12h
Documentos: carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência, originais e cópias.
Local: Sede do projeto (Rua Ana Néri, nº 1422, Rocha, RJ - (21) 3147-5100
Ref: próximo ao Clube Garnier
Metrô: Estação de Triagem
Estação de Trem: São Francisco Xavier ou Triagem
Mais informações no site http://www.projetomaonamassa.com.br/

Release enviado pela Assessoria de Imprensa do Projeto.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Carrefour apóia projetos de consumo e produção sustentável

Publicado em 10/05/2010 pelo GIFE.

Líder no varejo de alimentos nacional e em parceria com a Fundação Internacional Carrefour, o Grupo Carrefour Brasil vai apoiar projetos voltados à melhoria das condições de alimentação no País, com foco em educação para o consumo e produção sustentável. Ao todo, a rede vai selecionar quatro projetos sociais nas regiões onde atua que receberão recursos de até 60 mil euros cada, para serem aplicados durante um ano.

As Instituições participantes devem ter no mínimo dois anos de constituição legal, não ter fins lucrativos, promover elevação de patamar social, ter compromisso com as comunidades envolvidas, serem inovadoras e demonstrarem viabilidade de crescimento em larga escala no médio e longo prazo. As inscrições podem ser realizadas até 29 de junho, pelo site www.grupocarrefour.com.br, no menu Sustentabilidade/Edital.

Fonte: GIFE

segunda-feira, 1 de março de 2010

Um novo olhar

Aparelho para deficientes visuais está entre os finalistas de competição internacional
Por Catharina Castro

No mundo inteiro milhões de pessoas sofrem com algum tipo de problema visual. Foi pensando na melhoria da qualidade de vida destas pessoas que os engenheiros da computação, Fernando de Oliveira Gil e Nathalia Sautchuk Patrício, desenvolveram um aparelho portátil identificador de cores para deficientes visuais.

O aparelho serve para identificar cores de objetos e notas de dinheiro, por meio de leitura óptica. O Auire, como é chamado, literalmente “fala” em voz alta o nome da cor do objeto analisado.

No mercado existem outros aparelhos similares. Há alguns identificadores vendidos no Brasil com preços variando de R$ 600 (somente para cores) a R$1200 (somente para cédulas). O que representa um custo elevado para a maioria dos deficientes brasileiros, sem contar que não há neles um dispositivo integrado para identificar cores e dinheiro.

Segundo dados dos autores do projeto, cerca de 29% dos brasileiros com problemas visuais (7.25 milhões) vivem com menos do que um salário mínimo. Só o Estado de São Paulo abriga 2.2 milhões de deficientes de baixa renda.

O aparelho que pretende trazer mais independência para vida de milhares de deficientes de baixa renda é finalista da competição internacional Unreasonable Finalists Marketplace. A competição, organizada pelo Unreasonable Institute, premiará projetos sociais de grande impacto e tem o objetivo de buscar empreendedores sociais que desenvolvam planos de iniciativas autossustentáveis. Por isso, os projetos têm o formato de empresas e não de entidades sem fins lucrativos.

A competição que já se encontra na fase final, escolherá os 25 primeiros projetos que conseguirem arrecadar US$ 6.500 em doações. O dinheiro será usado para custear os desenvolvedores dos projetos durante um período de 10 semanas de treinamento na sede da instituição, no Colorado, Estados Unidos, com profissionais e especialistas na área de negócios. As doações começaram em janeiro e vão até 15 de março.

Contribua com o projeto

As doações poderão ser feitas até o 15 de março e são limitadas por pessoa, não sendo permitido doar grandes quantias. As equipes que primeiro atingirem o valor de US$ 6.500,00 serão as escolhidas para o treinamento. As doações só serão efetivadas se o projeto for selecionado. Assim, o doador só vai pagar se o projeto for aprovado.

Para doar, o interessado deve preencher um cadastro no site oficial do Unreasonable Institute e fazer a doação. A segunda opção é via dinheiro no Pagseguro através do site do Identificador, onde também se encontram mais informações sobre o aparelho e a competição.

Leia mais


Mais informações podem ser obtidas pelo (11) 9827-7928, ou pelos e-mails fernando.gil@gmail.com, info@auire.com.br e também no site www.identificadordecores.com.br e www.unreasonablefinalists.org.