quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Repercussões da ISO 26000 é tema de palestra em SP

Ainda dentro da programação do ciclo de palestras com temas da pós-graduação, o Senac Nove de Julho promove nesta quinta-feira, 11/02, a palestra Repercussões da ISO 26000 na Responsabilidade Social, com Aron Belinky.

Para participar, basta se inscrever no site do SENAC SP e levar um quilo de alimento não-perecível, exceto açúcar e sal, no dia do evento.

Para mais informações sobre os cursos de pós-graduação do Senac Nove de Julho, clique aqui.

Serviço

Repercussões da ISO 26000 na Responsabilidade Social, com Aron Belinky.
Data e horário: 11/02/2010 (amanhã) às 20h
Preço: 1 Kg de alimento não-perecível(exceto açúcar e sal)

Ciclo de palestras com temas da pós-graduação
De 19/1 a 22/2/2010
Entrada: 1Kg de alimento não-perecível
Senac Nove de Julho
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Centro - São Paulo - SP
Tel.:(11)2182-6900 - E-mail:novedejulho@sp.senac.br

Para acessar toda a programação do Ciclo de palestras, clique aqui.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bradesco, Petrobras e Natura entre as 100 mais sustentáveis do mundo

Publicada em 03/02/2010 pela Ideia Socioambiental. Autor: Ricardo Voltolini

Ranking da revista canadense Corporate Knight, especializada em responsabilidade social empresarial coloca o Bradesco, a Petrobras e a Natura entre as 100 empresas mais sustentáveis do mundo. As corporações brasileiras ficaram respectivamente na 94ª, 96ª e 99ª posições.

Apresentada há uma semana em Davos, na Suíça, durante o Fórum de Líderes, a 6ª edição do ranking da Corporate Knight foi elaborada a partir das observações de um conselho de 17 especialistas em responsabilidade socioambiental e sustentabilidade, entre os quais o brasileiro Ricardo Young, presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social.

Para chegar às melhores, os especialistas consideraram dez critérios técnicos observados nos relatórios oficiais das empresas, levando em conta variáveis como a emissões de CO2, eficiência energética, pagamento de impostos, a melhor relação entre a remuneração do executivo principal e dos trabalhadores, geração resíduos e a capacidade de inovação.

O ranking é formado por 24 países. O primeiro lugar ficou com o Reino Unido ( 21 empresas listadas), seguido pelos EUA (12), o bloco dos escandinavos (10), Austrália e Canadá (com 9 empresas cada) e Suíça (6).

As três corporações mais sustentáveis foram a General Electric (EUA), a Pacific Gas & Electricity (EUA) e a empresa de logística Tnt Nv (Holanda). Pesou a favor da campeã GE, segundo os coordenadores do ranking, o baixo índice de produção de resíduos, a alta diversidade de gênero nos quadros de funcionários e a eficiência na redução das emissões.

É a primeira vez que empresas brasileiras são classificadas no Top 100. Contou pontos para o Bradesco a excelente relação entre produtividade e emissões de gases de efeito estufa, embora o banco tenha ficado em último lugar no item geração de resíduos, um dos critérios analisados.

Já a Petrobras demonstrou bom desempenho na eficiência energética de sua produção. E sua posição na tabela só não foi melhor graças à baixa diversidade de gênero no conselho de administração: dos oitos membros, apenas a presidente (Dilma Rousseff) é mulher.

Considerada nacionalmente um ícone da sustentabilidade empresarial, a Natura obteve o seu lugar na lista global por causa da clareza de seu relatório, feito rigorosamente sob os critérios do GRI (Global Reporting Initiative), modelo consagrado como o mais completo. Contra si, pesou o fato de não ter presença feminina no conselho de administração.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Salas para chefes estão fora de moda na Philips

Publicada em 08/02/2010 pelo O Estado de São Paulo. Autor: Clayton Netz

O QG da subsidiária brasileira da Philips vai mudar de endereço. A empresa deixa o prédio atual, na rua Verbo Divino, na zona sul de São Paulo, para ocupar quatro andares do Castelo Branco Office Park, a primeira das seis torres do condomínio verde de 110 mil metros quadrados de área que a Tishman Speyer está erguendo em Alphaville, nas imediações da capital paulista. Não se trata, porém, de uma mera mudança de CEP. Na verdade, os 800 funcionários do escritório central vão encontrar uma nova forma de trabalhar, que começa a ser adotada globalmente pelo grupo holandês. Batizado internamente de Workplace Innovation, o modelo privilegia o trabalho em equipe e a colaboração dos funcionários de diferentes divisões de negócios e áreas funcionais.

O uso dos espaços será feito em função da necessidade, em vez da posição hierárquica, como ocorre tradicionalmente no mundo corporativo. Com isso, saem de moda as salas exclusivas, com o nome do ocupante gravado na porta, as cadeiras e as estações de trabalho diferenciadas em função da posição funcional. Isso vale, inclusive, para a alta chefia. "A ideia é aproximar mais as pessoas e estimular o trabalho em equipe", disse aos funcionários o presidente da Philips, Marcos Bicudo, que desde sua entrada na empresa, em julho do ano passado, reclamava da suntuosidade do espaço ocupado pela diretoria. "O novo modelo permitirá aos funcionários gerenciar melhor seu tempo e o equilíbrio de suas vidas." Uma das ideias, por exemplo, é permitir e até estimular o trabalho em casa.O anúncio da mudança, no final de 2009, não foi exatamente indolor para muitos funcionários, que residem nas imediações do atual endereço. Para convencê-los das vantagens do novo modelo e de ir trabalhar num local a 30 quilômetros de distância dali, entrou em ação a área de Recursos Humanos, que promoveu reuniões e seminários nos últimos meses.

Para chegar à definição pelo novo prédio, a Philips examinou 35 edifícios em São Paulo. Boa parte foi eliminada sumariamente por não atender às exigências de sustentabilidade: um ponto decisivo era que a construção tivesse o selo Green Building.

Definido o novo domicílio, o desafio para Bicudo e sua equipe, a partir de julho, é fazer com que o novo modelo de local de trabalho saia do papel e funcione na prática. Numa empresa hierarquizada como a Philips, dividida em setores de negócios que até aqui pouco se comunicavam entre si, na qual os sinais exteriores de poder costumam contar muito, a implantação do Workplace Innovation deverá exigir um grande esforço de persuasão e jogo de cintura.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Dica da Semana - Hábitos Sustentáveis

A dica de hábitos sustentáveis desta semana vem em forma de matéria!

Varejo Sustentável
Publicada em 02/02/2010 no Ideia Socioambiental. Por Ana Carolina Addario

Tendências para o setor em 2010 apontam para o fortalecimento de alimentos orgânicos no mercado

O alto custo dos produtos alimentícios em 2009 teve um grande impacto nas hábitos de consumo dos norte-americanos. Em artigo publicado na XXX, Phil Lempert, responsável pelo site o "o guro dos supermercados" chama atenção para o fato de que cada vez mais americanos estão preparando sua própria comida em casa, levando lanches ao trabalho, e optando por marcas genéricas baseado em seu preço baixo. A questão é: esta tendência continuará em 2010?

De acordo com Lempert sim. Entre as tendências para o varejo mundial, o especialista destaca a larga utilização de produtos fabricados com ingredientes orgânicos, em uma investida das empresas para tornarem seus alimentos mais saudáveis. Um dos indicadores de sucesso desta tendência é a maior aquisição por parte dos consumidores por produtos que privilegiam sua saúde.

Empresas como a fabricante de sorvetes Haagen Dazs, a Peter Pan Peanut Butter (a única grande marca de pasta de amendoim com baixos níveis de frutose de milho), e a nova linha de sopas saudáveis da Campbell’s são exemplos do movimento por um setor alimentício mais sustentável.

Outras tendências:

· Crescimento no número de marcas próprias dos grandes varejistas em detrimento das marcas conceituadas;
· Estabelecimento de marcas do país de origem;
· Diminuição no investimento em publicidade e exploração de plataformas de mídia social que reproduzem o famoso boca-a-boca, como tiwtter, blogs, ferramentas para celular etc;
· Ascensão das comidas estilo gourmet;
· Produtos destinados a relaxar a consumidor, com substâncias, por exemplo, que facilitem seu sono etc.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Palestra Gratuita hoje em São Paulo


O Senac Nove de Julho promove até o final deste mês, um ciclo de palestras com temas ligados às áreas de sua pós-graduação. Entre os assuntos tratados estão temas ligados à Responsabilidade Social. A proposta das palestras é atualizar os conhecimentos dos participantes sobre o mercado de trabalho e tirar dúvidas sobre as áreas de interesse.

A palestra de hoje é Valorização da Diversidade nas Organizações - Possibilidades e Desafios, com Reinaldo Bulgarelli.

Para participar, basta se inscrever antecipadamente e levar um quilo de alimento não-perecível, exceto açúcar e sal, no dia do evento.

Para se inscrever on-line, clique aqui.

Para conhecer os cursos de pós-graduação do Senac Nove de Julho, clique aqui.

Serviço

Valorização da Diversidade nas Organizações - Possibilidades e Desafios, com Reinaldo Bulgarelli
Data e horário: HOJE (02/02/2010) às 19h30
Preço: 1 Kg de alimento não-perecível(exceto açúcar e sal)

Ciclo de palestras com temas da pós-graduação
De 19/1 a 22/2/2010
Entrada: 1Kg de alimento não-perecível
Senac Nove de Julho
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4º andar - Centro - São Paulo - SP
Tel.:(11)2182-6900 - E-mail:novedejulho@sp.senac.br

Para acessar toda a programação do Ciclo de palestras, clique aqui.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Cursos sobre Sustentabilidade nos Negócios

A Consultoria Finanças Sustentáveis acaba de divulgar sua agenda de cursos para 1º semestre de 2010. Os cursos irão focar nas práticas e ferramentas que auxiliam as empresas no desenvolvimento de negócios com responsabilidade socioambiental, qualificando seus participantes a adquirir referências que contribuam para a inserção da agenda da sustentabilidade em suas atividades profissionais.

Acompanhe abaixo o calendário:

Curso: Princípios do Equador: avaliando riscos socioambientais em projetos
Data: 4 de março
Investimento: R$ 800,00

Curso: Sustentabilidade: conceitos e aplicação nos negócios
Data: 13 de abril
Investimento: R$ 500,00

Curso: Aspectos jurídicos da sustentabilidade no campo ambiental - NOVO*
Data: 27 de abril
Investimento: R$ 600,00
*Com a participação especial do Escritório Tabet Advogados.

Curso: Sustentabilidade nos negócios do setor financeiro: avaliando riscos e oportunidades
Data: 13 de maio
Investimento: R$ 500,00

Curso: Sustentabilidade nos negócios para jornalistas
Data:17 de junho
Investimento: R$ 500,00

O valor do investimento inclui certificado, material didático e alimentação.

Diferenciais:

- Uso de filmes específicos, dinâmicas de grupo e discussão de casos práticos
- Material didático com vários casos de negócios sustentáveis
- Participantes receberão dois livros sobre sustentabilidade nos negócios

Instrutores:

- Victorio Mattarozzi e Cássio Trunkl
- Fernando Tabet e Lucas Baruzzi, no curso "Aspectos jurídicos da sustentabilidade no campo ambiental"

Mais informações e inscrições: www.financassustentaveis.com.br/cursos.aspx

Serviço:

Local: Hotel Tryp Itaim - Sol Meliá
Endereço: R. Manuel Guedes, 320 - Itaim Bibi - São Paulo - SP

A consultoria também oferece cursos in company e palestras elaborados sob medida. Para mais informações CONSULTORIA FINANÇAS SUSTENTÁVEIS http://www.financassustentaveis.com.br/ ou pelos telefones (11) 3586-0859 / 3582-0915.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Acordo climático pode não sair em 2010, diz ONU

Notícia publicada em 29/01/2010 pelo Terra - Notícias.

As negociações climáticas globais podem adentrar 2011 depois do relativo fracasso da conferência de Copenhague no mês passado, disseram na sexta-feira à Reuters o chefe climático da ONU e a nova ministra dinamarquesa para o clima.

A conferência de Copenhague deveria ter definido um novo tratado climático global para substituir o Protocolo de Kyoto a partir de 2012, mas o encontro terminou apenas com uma declaração de caráter político.

Yvo de Boer, chefe do secretariado climático da ONU, disse que não há garantias tampouco de que o novo tratado será aprovado no México, cenário da próxima reunião ministerial sobre o tema, em dezembro.

"Se podemos alcançar um acordo no México ou se precisaremos de um tempo a mais é algo que resta por ver, e ficará claro ao longo do ano", disse Boer, que participa na Suíça da reunião anual do Fórum Econômico Mundial.

Executivos participantes do evento disseram, no entanto, que há interesse em investir em tecnologias de baixa emissão de carbono a despeito dos resultados das negociações globais.
Para De Boer, "uma das lições de Copenhague foi não apressar, usar o tempo necessário para obter o pleno envolvimento de todos os países e assegurar que as pessoas estão confiantes no que está sendo definido".

A falta de confiança entre os governos e a crise econômica global complicam a busca por um acordo. Na quinta-feira, o principal negociador climático da Índia, Sham Saran, disse que o mundo "provavelmente não" irá definir um tratado ambicioso neste ano se não houver melhorias econômicas.

O impasse no mês passado ocorreu principalmente por causa da relutância dos grandes países emergentes em assumirem metas de redução de emissões de gases-estufa, e da falta de acordo sobre mecanismos financeiros e tecnológicos para ajudar países pobres a se adaptarem à mudança climática.

A Dinamarca mantém a presidência do processo climático da ONU até o encontro de dezembro em Cancún. A nova ministra do Clima do país nórdico, Lykke Friis, admitiu que é cedo para falar em sucesso no México.

"A meta final é alcançar um acordo de cumprimento juridicamente obrigatório, mas é cedo para dizer se isso ocorrerá no México. Ninguém tem o plano de jogo completo para chegar a Cancún, é isso que estamos tentando encontrar agora".

A Dinamarca ainda não sabe, por exemplo, com que valor cada país industrializado contribuiria para o fundo de 30 bilhões de dólares destinado a ajudar os países pobres a combaterem a mudança climática no período 2010-12, conforme ficou acertado no texto final da conferência de Copenhague.

O presidente mexicano, Felipe Calderón, disse que "a falta de consenso está relacionada aos problemas econômicos em cada nação, porque há custos econômicos associados à tarefa de enfrentar a mudança climática".

"Queremos em Cancún um acordo robusto, abrangente e substancial", disse ele. "Precisamos tentar aprender com nossos erros (...), precisamos devolver a confiança entre as partes".

De Boer afirmou que os países devem marcar reuniões técnicas adicionais neste ano, além das duas já previstas para Bonn, em junho, e para o México.

Ele se disse "muito contente" por receber na quinta-feira a confirmação de que os EUA haviam cumprido o prazo de 31 de janeiro para formalizar suas propostas de redução das emissões, cifras que devem constar no Acordo de Copenhague, que não terá caráter obrigatório.