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terça-feira, 14 de junho de 2011

ISO 26000 na Rio+20


Publicada em 26/05/2011 no Boletim da Suzano Papel e Celulose.

Em junho de 2012 o Rio de Janeiro será, mais uma vez, palco de um importante evento mundial na área da Sustentabilidade: a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ou, simplesmente, a Rio+20. Trata-se de uma reunião de cúpula da ONU, para a qual se espera expressiva presença de chefes de estado e de outras lideranças globais, tanto empresariais como da sociedade civil e da comunidade científica, dentre outros segmentos. Tendo como objetivo reforçar o comprometimento político em prol do desenvolvimento sustentável e acelerar ações nesse sentido, a Rio+20 enfocará dois temas principais: a economia verde no contexto de eliminação da pobreza, e a governança global (o quadro institucional necessário para isso).

Como em todas as conferências desse porte, a Rio+20 já está em pleno processo de preparação, por meio de reuniões e conversações conduzidas especialmente no âmbito da ONU. A mais recente dessas reuniões ocorreu dias 07 e 08 de Março último, na sede da ONU, em Nova York. Na ocasião, Kevin McKinley, Secretário Geral Adjunto da ISO, apresentou discurso sobre a importância das normas voluntárias internacionais no sistema global. Mais especificamente, enfatizou a grande contribuição que a ISO 26000 pode trazer para os objetivos e temas principais da Rio+20, especialmente a Economia Verde.

Segundo ele, a ISO 26000 “é um exemplo de como um sistema internacional de elaboração de normas - baseado em consenso e envolvendo os variados setores da sociedade – pode obter um acordo global sobre a implementação pragmática de questões da Economia Verde, ao nível organizacional”. Em outras palavras, trata-se de reconhecer o valor dessa norma como um instrumento prático e legítimo para desenvolvimento da Economia Verde. Ao colocar a ISO 26000 à disposição do secretariado da Conferência, McKinley abre caminho para que – como especulam alguns – esta seja até mesmo tomada como base para algum dos acordos planejados para a Rio+20. A íntegra de sua manifestação pode ser encontrada em http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/iso-green-economy.pdf


Links Úteis

www.iso.org/sr
(site oficial da ISO: conteúdo em inglês)

www.abnt.org.br (compra da norma e eventos)

www.ecodesenvolvimento.org.br (notícias e registros no canal ISO 26000)

Linkwww.gao.org.br (atividades e documentos do GAO sobre ISO 26000)

www.gvces.com.br (registros, grupo de trabalho. Buscar por ISO 26000)

www.ethos.org.br (registros, notícias, publicações. Buscar por ISO 26000)


ISO 26000 é a norma internacional de responsabilidade social, lançada em novembro de 2010 pela ISO – International Organisation for Standartization.

Fruto do maior processo na história dessa organização (seis anos de trabalhos, envolvendo diretamente mais de 500 especialistas de 99 países e 42 organizações internacionais), a ISO 26000 é reconhecida como a mais abrangente e legítima referência mundial sobre responsabilidade social. Em outras palavras, é o mais completo guia da gestão voltada ao desenvolvimento sustentável e à sustentabilidade. Seus temas centrais são a governança organizacional, os direitos humanos, as práticas trabalhistas, o meio ambiente, as práticas leais de operação, as questões do consumidor, e o desenvolvimento e envolvimento comunitário. Suas práticas fundamentais são o reconhecimento da responsabilidade social, e o engajamento com as partes interessadas. Ao compartilhar notícias, informações e reflexões relevantes, este boletim visa contribuir com sua rápida adoção.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

CGU e OCDE promovem conferência sobre combate à corrupção pelas empresas

No âmbito do Programa Latino-Americano Anticorrupção da OCDE, a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) realizam a Conferência Latino-Americana sobre Responsabilidade Corporativa na Promoção da Integridade e no Combate à Corrupção, entre os dias 21 e 23 de julho de 2010, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo.

A conferência reunirá autoridades públicas, representantes e organizações do setor privado, associações profissionais e a sociedade civil para discutir sobre os riscos e as conseqüências associadas à corrupção nas transações comerciais, bem como contribuir para o aprimoramento da legislação dos países latino-americanos referente à responsabilização das empresas por atos de corrupção.


SERVIÇO


O quê: Conferência Latino-Americana sobre Responsabilidade Corporativa na Promoção da Integridade e no Combate à Corrupção;
Quando: De 21 a 23 de julho de 2010;
Local: Centro Fecomércio de Eventos;
Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo (SP);
Informações: Pelo site www.cgu.gov.br/conferenciabrocde/index.asp, pelo e-mail conferencia.br.ocde@cgu.gov.br ou pelo telefone (61) 2020-6827;
Inscrições: Pelo site www.cgu.gov.br/conferenciabrocde/index.asp;
Realização: Controladoria-Geral da União (CGU) e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Fonte: Instituto Ethos.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Qual sua visão de um mundo melhor?


Se você tem esta resposta na ponta língua, participe da Promoção 99 olhares por um mundo melhor. A Natura vai levar 99 convidados especiais à Conferência Internacional Ethos 2010, e você pode ser um deles. Para concorrer responda à pergunta título deste post (Qual sua visão de um mundo melhor?) e concorra a uma das inscrições para a conferência. Mas corra porque HOJE é o último dia de inscrição.

Em sua 11ª edição, a Conferência Internacional do Ethos 2010 tem como tema: "O mundo sob nova direção. Sustentabilidade: o novo contrato da sociedade com o planeta". A Conferência acontece de 11 a 14 de maio, em São Paulo e é uma ótima oportunidade para quem quer discutir o futuro do planeta!

Saiba mais sobre a conferência clicando aqui!

terça-feira, 27 de abril de 2010

2ª Conferência da Indústria Brasileira para o Meio Ambiente


Reunidos em cinco regiões para debater os temas ligados às questões ambientais, os representantes da indústria brasileira vão concluir, de 19 a 21 de maio, na 2ª Conferência da Indústria Brasileira para o Meio Ambiente (Cibma), em Salvador, a Agenda Ambiental da Indústria. O documento será entregue aos candidatos à Presidência da República, em 1º de junho, em Brasília.

Mais do que identificar os gargalos e problemas, o esforço conjunto da indústria brasileira nesse debate, comandado pela CNI, vai levar em conta as singularidades regionais e apontar caminhos para o futuro na área ambiental. Da participação voluntária do setor produtivo na redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa aos impasses do novo Código Florestal, nada ficou de fora dos debates que ocorreram em Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Belo Horizonte e Belém.

Em cada um desses encontros, ocorridos de 7 a 16 de abril, a CNI mobilizou grupos regionais com a ajuda de especialistas para não apenas debater os problemas, mas também apontar soluções. Por exemplo, ao final dos temas foi aberta a possibilidade de que cada região redigisse uma proposta com foco na solução de problemas locais. “A nossa ideia é abrir o debate, mas evitar que fiquemos apenas na questão regional e, por isso, houve um espaço destinado exclusivamente para sugestões de âmbito local”, explica a gerente de Meio Ambiente da CNI, Grace Dalla Pria.

A ênfase nas diferenças regionais em um país que tem biomas singulares em cada região marcou os debates não apenas no item biodiversidade e florestas, como também nos outros quatro temas propostos pela equipe da CNI para as conferências regionais: gestão ambiental, mudança de clima, responsabilidade ambiental compartilhada e recursos hídricos. A maioria das conclusões aponta para a necessidade de reforçar os órgãos estaduais de meio ambiente tanto para autorizações de intervenção quanto para licenciamento ambiental.

Os representantes da indústria na Região Sudeste solicitam que, além de participação do setor em condições paritárias no Comitê Gestor do Fundo Nacional de Mudanças Climáticas, as pequenas e médias empresas tenham prioridade na aplicação dos recursos como forma de incentivo para essa redução de emissões voluntária.

Os empresários, sobretudo do Sul e Sudeste, demonstram preocupação com a composição do Comitê Gestor e também com o inventário de emissões e os impactos que podem ter na indústria. Uma série de critérios e medidas foi relacionada para ser levada à Cibma.

Nos estados do Nordeste e Sudeste o tema recursos hídricos é uma preocupação. As vocações regionais mais uma vez apareceram nos debates. A proposta é que na política nacional de recursos hídricos elas sejam levadas em conta, assim como instrumentos de planejamentos como, por exemplo, o zoneamento ecológico-econômico.

Para cada um desses itens o documento vai apontar soluções. O Nordeste sugere mecanismos facilitadores como as Parcerias Público-Privadas (PPPs) para melhorar o abastecimento de água nos locais onde ainda não foram instituídos os comitês de bacia. Em Minas Gerais houve a proposta de que o chamado enquadramento dos corpos de água – a regulação para o uso das águas em rios, lagos ou lagoas no setor industrial, de turismo ou abastecimento –, se realize vinculado ao Plano de Recursos Hídricos da Bacia.

Para os empresários da Região Norte a averbação da Reserva Legal da propriedade rural deve ser compensada com áreas de preservação permanente em todo e qualquer imóvel. Além de solicitar um aperfeiçoamento nos mecanismos de criação das unidades de conservação, os empresários do Norte, em sintonia com os empresários do Sul e Sudeste, pedem que as Unidades de Conservação em todo o país sejam criadas com mais estruturas e também, no mínimo, um conselho gestor já formado e um plano de manejo. Na Região Sul foi, inclusive, aprovada a proposta de criação de uma nova categoria de unidade de conservação, a de domínio privado para quem é o proprietário da área preservada.

Fonte: CNI

terça-feira, 9 de março de 2010

Curitiba sedia Conferência Internacional de Cidades Inovadoras


Promovida pelo Sistema Fiep, a CICI2010 trará mais de 80 especialistas nacionais e internacionais para debater soluções que promovam a sustentabilidade e a prosperidade econômica e social nas cidades

Entre os dias 10 e 13 de março, Curitiba receberá mais de 80 especialistas de todo o mundo que irão debater caminhos para a construção de realidades urbanas mais inovadoras, prósperas e humanizadas. Uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI2010) trará experiências de sucesso em planejamento urbano, sustentabilidade, mobilidade, gestão e políticas públicas, entre outras, que transformaram cidades em ambientes propícios ao desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Entre os nomes de peso que participarão da conferência estão Steve Johnson (EUA), autor de seis best-sellers que influenciaram desde ações de planejamento urbano até a luta contra o terrorismo; Pierre Lévy (Canadá), filósofo que estuda o conceito de inteligência colet iva; Marc Giget (França), diretor-fundador do Instituto Europeu de Estratégias Criativas e Inovação; Jaime Lerner (Brasil), arquiteto e urbanista, ex-prefeito de Curitiba; Jeff Olson (EUA), arquiteto e urbanista envolvido em projetos que contemplam espaços verdes e meios de transporte alternativos; Marc Weiss (EUA), presidente do Global Urban Development e líder do projeto Climate Prosperity; Clay Shirk (EUA), professor de Efeitos Econômicos e Sociais das Tecnologias da Internet e de New Media na New York University; e o arquiteto Mitsuru Senda (Japão). A lista completa e o currículo dos palestrantes estão no site www.cici2010.org.br.

Representantes de mais de 50 cidades, de todos os continentes, já confirmaram presença na CICI2010. O evento acontecerá dentro da área de mais de 80 mil metros quadrados do Cietep, sede da Fiep no Jardim Botânico que tem localização estratégica, com acesso fácil e rápido ao Aeroporto Internacional Afonso Pena e a apenas 5 quilômetros do centro de Curitiba. São esperados cerca de 1.500 inscritos, que participarão de uma série de atividades durante os quatro dias da conferência.

“A inovação é o único caminho para construirmos uma sociedade sustentá vel. E para que as empresas brasileiras e todo o País inovem é preciso, antes de tudo, que nossas cidades sejam inovadoras”, afirma o presidente do Sistema Fiep, Rodrigo da Rocha Loures. “A CICI2010 será uma grande oportunidade para que possamos pôr nossas cidades definitivamente na rota da inovação”, acrescenta.

Copromovida pelas prefeituras de Curitiba, Lyon (França), Bengaluru (Índia) e Austin (Estados Unidos) e com apoio institucional das Nações Unidas, a conferência é dirigida a empresários, gestores públicos, pesquisadores, estudantes e interessados em inovação. O evento está dividido em quatro grandes temas: “O reflorescimento das cidades”, com experiências de inovações sociais e tecnológicas para a construção de um novo ambiente urbano; “A reinvenção do governo a partir das cidades”, que trará inovações em gestão e experiências de inovações políticas e da cidade como sistema vivo; “A governança do desenvolvimento nas cidades”, uma mostra de experiências de inovações para o desenvolvimento local e apresentação de experiências de inovações para a sustentabilidade; e “Cidade-rede e redes de cidades”, que servirá para a formação do núcleo da Rede de Cidades Inovadoras.

Paralelamente à CICI2010 serão realizados outros eventos integrados, c omo a Conferência Internacional sobre Redes Sociais, o 1º Encontro Internacional de Cidades de Médio Porte e o 2º Encontro de Governos Locais da Índia, Brasil e África do Sul. E será lançado o projeto “Curitiba, Cidade Inovadora 2030”, que visa transformar a cidade e sua região metropolitana em um espaço propício à inovação, à educação e ao surgimento de uma indústria mais sustentável.

Para saber mais informações sobre a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras 2010, acesse: www.cici2010.org.br.

Fonte: Release enviado pela Agência de Notícias do Terceiro Setor.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

COP-15. Enquanto isso no Brasil...

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada de ontem, 10 de dezembro, a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). Na ocasião foi aprovada uma emenda do Senado que define como lei a meta de redução dos gases causadores de efeito estufa estabelecida pelo governo federal, fixada entre 36,1% e 38,9% até 2020 - com base numa projeção das emissões que seriam feitas na próxima década.

Agora cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva apontar por meio de decreto, as ações que serão realizadas com o objetivo de que o compromisso brasileiro seja cumprido. A meta do país será apresentada nos próximos dias durante a 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-15), em Copenhague (Dinamarca).

De acordo com o texto aprovado pelo Congresso, a meta é um compromisso voluntário (e não obrigatório) e as medidas para se alcançar o percentual almejado terão que atender o Inventário Brasileiro de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa, que deverá ser concluído em 2010.

O plenário do Senado já havia aprovado a PNMC e a criação do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima em 25 de novembro.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Nós temos o poder de mudar o mundo

Assistam o vídeo que emocionou quem estava presente na cerimônia de abertura da COP-15, ontem em Conpenhague (Dinamarca).

O vídeo mostra a história de uma garotinha que sonha com um futuro que poderá acontecer caso nada seja feito para salvar o planeta. Após acordar apavorada, a menina é acalmada pelo pai, que lhe mostra como existem pessoas trabalhando nesse momento para salvar o seu futuro.

A garota então decide fazer a sua parte e grava um vídeo para o Raise Your Voice pedindo aos líderes presentes na COP-15 que salvem o mundo. No final, uma frase lembra a todos que “nós temos o poder de mudar o mundo. Agora”.

Fonte: Site Ecodesenvolvimento

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Conferência de Copenhague (COP-15)

De hoje até o dia 18 de dezembro, todas as atenções do planeta estarão voltadas para Copenhague, a capital da Dinamarca. A 15ª Conferência das Partes, organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas), está sendo considerada a mais importante da história recente dos acordos multilaterais ambientais. O encontro tem o objetivo de definir um acordo climático global para a redução das emissões dos gases de efeito estufa.

Acompanhe a COP15 nos seguintes sites: